Refracções: Abril 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

The Verve - Lucky Man



Every music is like a mirror, and people see in it what they want to see. That's what beautiful about words but also their demise, since it's difficult to transmit an objective message.

To me this music symbolizes the fact that attraction is born from the senses, but love is born from one's mind, and generally from attraction.

And when we love ourselves in our minds it can last as long as the mind continues to exist, contrary to when we place it in something exterior to us.

And it also speaks of the impermanence of happiness - a change -, and the fact that we decide what makes us happy. The love of a fair maiden, the acceptance and love of oneself...

And he feels a lucky man with fire in his hands, because he feel that he discovered it for himself, and he discovered the freedom in happiness and love.

That's my interpretation. Where my mind's at.

(Esta é a minha interpretação da música, submetida em Sing365.com.)

Jeust

domingo, 11 de abril de 2010

Forgotten...

And what if what we learn is what we've forgotten in the first place?

The common knowledge that binds us, but we only find glimpses time and time again, when our mental chains are at their weakest.

In this life nothing is certain, but we can always question and look for the answers of our questions.




quinta-feira, 8 de abril de 2010

O tempo...

O tempo voa, porque nunca pára.

Cada momento é um uma memória.

Ora ausente,
Ora presente,
Ora esquecida.

Tudo passa, e as estações mudam...
Levando o tempo, com elas.


terça-feira, 6 de abril de 2010

Prenúncio de Morte

A agitação...
A insubmissão ao futuro,
a rebeldia perante o rumor
próximo e expectante.

O cansaço...
Os membros exaustos,
o corpo aquietando,
preparando o desfecho.

A aceitação.
A consciência viva,
o medo que se esvai,
a calma que perspassa.

Apenas mais uma partida
na alma eternamente viajante.


No tempo do medo, da confusão e da ignorância, onde uns fogem da morte, outros a chamam, e alguns esperam a sua chegada, convém pensá-la, para não viver na sua sombra.

Muitas teorias a explicam e a descrevem, mas nenhum ser vivo a experimentou, embora alguns tenham já subido ao seu pórtico, e a ouvido, mas poucos são o que o dizem.

A morte, tal como o nascimento, ocorre a todos os seres que vivem, e a sua inevitável chegada é tão natural como o vento, que se escapa por qualquer fenda e anuncia a mudança de estação.

Jeust